quinta-feira, 8 de junho de 2017

Expedição Fotográfica ao Planalto de Itatiaia




Conseguimos reservar novamente o Abrigo Rebouças para confirmar mais uma Expedição Fotográfica ao Planalto de Itatiaia. Será nos dias 1 e 2 de julho (sábado e domingo). São dez vagas, com pernoite em abrigo (beliches) e alimentação inclusos. Nossa programação envolve caminhadas para conhecer e fotografar o belíssimo Planalto de Itatiaia, com seus campos de altitude e sua paisagem lunar formada pelo raro mineral Nefelina-Sienito. E envolve também saídas específicas para fotografar o amanhecer, entardecer e estrelas/Via Láctea, além dos nossos tradicionais debates, discussões técnicas e briefing das locações.

O Planalto de Itatiaia, com suas formações rochosas características - clique na foto para ampliar


Expedição confirmada - Resta somente uma vaga.


Solicite sua inscrição por e-mail: waldyr.neto@yahoo.com.br


Abaixo algumas fotos das últimas expedições:











Todas as atividades fotográficas serão acompanhadas por mim.

A equipe de apoio é composta de 4 integrantes – dois guias para as caminhadas e dois envolvidos no transporte e preparo das refeições. Todos bastante experientes.

Cada participante deve chegar na Garganta do Registro por seus próprios meios. A Garganta do Registro é o ponto mais alto da estrada que liga a Rod. Pres. Dutra à Itamonte. O acesso é por Engenheiro Passos, Município de Itatiaia-RJ. Para quem preferir viajar de véspera, indicamos o Hostel Picus, nessa mesma estrada, a 5km da Garganta do Registro. Outra boa opção é o Hotel Estrela, que fica no Graal Estrela, Rodovia Pres. Dutra.



O que cada um deve levar:

  • Mochila média com material fotográfico - câmera, lentes, tripé.
  • Bolsa de viagem, que será levava para o abrigo pelos veículos da expedição - roupas, toalha, saco de dormir, necessaire.
  • Agasalhos (estaremos sempre acima dos 2.400m de altitude, onde é comum a temperatura chegar abaixo de zero).
  • Lanches leves para as trilhas (lembrando que as refeições serão servidas pela expedição)
  • Cantil
  • Lanterna
  • Especificamente para caminhar no solo de Itatiaia é bastante recomendável o uso de botas impermeáveis


Pré-requisito fundamental: Estar em condição de fazer caminhadas classificadas como leve superior (até três horas de subida).

Investimento:

Incluso: Participação na expedição/trilhas; apoio técnico e debates sobre fotografia de paisagem, taxas do Parque Nacional de Itatiaia, pernoite em abrigo, refeições (do café da manhã de sábado até o almoço de domingo), estacionamento na Garganta do Registro e deslocamento em veículos apropriados até o Planalto.

R$ 990,00, em três parcelas de R$ 330,00 (1º na inscrição, 2º até o evento, 3º até 30 dias depois do evento)

Desconto especial à vista: R$ 890,00 no ato da inscrição.


Solicite sua inscrição por e-mail: waldyr.neto@yahoo.com.br


Reforçando aqui o conceito... A ideia é proporcionar uma expedição de dois dias pelo planalto de Itatiaia com mochilas relativamente leves e um grupo de apoio bastante experiente. O participante não vai se preocupar com questões logísticas ou de alimentação, focando seu tempo em fotografar e curtir o passeio. As atividades fotográficas serão acompanhadas por mim. Eu só trabalho com grupos pequenos para poder dar atenção à todos.

Pico das Agulhas Negras visto do Abrigo Rebouças - clique na foto para ampliar

terça-feira, 18 de abril de 2017

Tratar ou não tratar as fotos?



Recentemente eu fui premiado num concurso da Canon Brasil com o tema Natureza Exuberante. O site apresentava as doze fotos classificadas, seis na categoria APS-C (sensores cropados) e seis na categoria full frame. Um conjunto realmente bonito de fotos, resultado de talento e esforço. Clique aqui para conferir.

Na postagem da Canon Brasil no Facebook, apresentando o resultado do concurso, fiquei impressionado com a quantidade de comentários negativos, dizendo que as fotos eram artificiais, consequência mais do tratamento do que da qualidade da captura, ou da inspiração e conhecimento do fotógrafo.

Deixando de lado qualquer sentimento com relação aos comentários, acho interessante constatar que existe hoje uma certa aversão pelo tratamento das fotos. Como se tratar a foto fosse anti-ético. Pra quem quer evoluir na fotografia tem um risco grande aí - o risco de não aprender a tratar bem as fotos.

Se você se interessou pelo assunto, vamos em frente. Talvez o artigo seja longo... Vou explicar como funciona da captura digital e vou mostrar o passo a passo da captura e tratamento da foto acima. Acredite. Tem informação valiosa aqui...


A Captura Digital

Sem entrar nas questões artísticas ou óticas, a captura digital basicamente é a leitura da luz por um sensor.


O sensor é uma pequena placa com milhões de pixels, que por sua vez são conjuntos de micro-diodos, ou mais especificamente foto-diodos. Grosseiramente podemos dizer que esses diodos "contam" fótons, ou seja, medem a quantidade de luz que incide sobre eles, gerando inicialmente um sinal elétrico que depois vira um número. Nas arquiteturas mais comuns - Canon, Nikon, Sony, etc. cada pixel é composto de foto-diodos que leem a luz vermelha (Red), verde (Green) e azul (Blue). Soa familiar? Sim, estamos falando da sigla RGB.

A leitura dessa informação em todos os pixels, e mais uma série de outras informações - câmera utilizada, lente utilizada, abertura, tempo, ISO, data, etc., vão gerar um arquivo de dados chamado RAW. Vamos entender aqui que o arquivo RAW não é uma imagem. RAW é um arquivo de dados.

Quando fotografamos em JPEG com nossas câmeras ou até smartphones, existe a leitura da luz, o arquivo RAW é gerado e em seguida é feita uma conversão. É nesse momento que o JPEG (imagem) é gerado e o RAW (dados) é apagado.

A conversão do RAW em JPEG sofre influência de parâmetros que definimos na câmera - white-balance e outros. E sofre influência também de definições internas da câmera. Basicamente podemos dizer que um JPEG tem uma edição feita em grande parte pelo engenheiro de software do fabricante da câmera.

Então, deixando bem claro aqui:


  • Uma foto JPEG (sem edição posterior) não representa necessariamente a realidade.
  • Uma foto JPEG é uma foto editada. Em grande parte editada pelo fabricante da câmera, com alguma influência do fotógrafo. 
  • Toda foto digital é editada. 

Tá interessante (ou pelo menos polêmico)? Vamos em frente...


De uns bons anos para cá os fotógrafos começaram a questionar a qualidade da edição padrão da câmera, e mesmo a possibilidade de fazer uma edição posterior com qualidade. Os fabricantes foram rápidos e passaram a permitir que o fotógrafo recebesse o arquivo RAW. Com o RAW na mão a conversão para JPEG passa a ser feita fora da câmera, em aplicativos como o Adobe Lightroom. Em outras palavras, o fotógrafo tem o poder de interferir bem mais na conversão do JPEG.


Um JPEG (imagem) é uma das múltiplas possibilidades de um RAW (dados).


Tratando uma foto RAW

Primeiro vamos deixar claro aqui que uma foto JPEG também pode ser tratada. Cada efeito aplicado terá uma intensidade um pouco menor que no RAW, e a imagem vai tender a ficar mais degradada. Se é para tratar a foto, melhor que seja no RAW. 

A foto abaixo foi feita com uma Canon 5D markII e uma lente Canon 17-40mm f/4 L. Usei abertura f/11 para ter bastante profundidade de campo (foco em toda a cena) e ISO 160 para ter uma ótima resolução. O tempo, 1/100s, foi em função de não perder os detalhes na parte mais clara da nuvem. 


Numa primeira olhada a foto parece sub-exposta, ou seja, escura. Mas repare que a na parte mais clara das nuvens as informações foram preservadas - tem textura, tem semi-tons. Preservar os detalhes nas altas luzes é vital no processo de captura digital.

Vamos entender...

Aqui existe um conceito chamado alcance dinâmico. Podemos dizer que é a medida de contraste da cena, ou seja, a diferença de luminosidade da parte mais clara e mais escura. O olho humano, com sua pupila que contrai e dilata involuntariamente, lida com um imenso contraste. Já os sensores das câmeras digitais atuais, mesmo os melhores, lidam com um contraste muito menor. Resultado: Em cenas com grandes contrastes, comuns em fotos de paisagem, a câmera não consegue entregar um resultado igual ao que você está vendo. Você vê detalhes nas sombras e nas altas, mas a foto vai sair com alguma área sacrificada. Pra piorar, é bem provável que a câmera, no seu modo automático, sacrifique as altas luzes. 

Qual o problema aqui? Simples... no processo digital é possível recuperar a informação das áreas de sombras, mas não é possível recuperar a informação perdida nas áreas de altas luzes. Daí a necessidade de se fazer a captura preservando textura e semi-tons nas áreas mais claras.

Vamos começar a tratar a foto... para isso eu utilizei o aplicativo Adobe Lightroom CC (última versão). Vamos deixar claro aqui que não existe um único jeito certo de tratar uma foto. Eu vou mostrar o que eu faço.

A partir da correta captura digital em RAW, o passo inicial do tratamento é fazer o tone mapping. Não adianta ir la no Lightroom procurar um painel com esse nome. Tone mapping é o nome genérico de um processo que envolve devolver à foto a luminosidade original. Isso é feito no painel básico. 

O que eu fiz no tone mapping dessa foto? Levantei a exposição, reduzi um pouco o contraste, baixei as altas, revelei as sombras, estiquei os brancos até ter branco, fechei os pretos até ter preto. 


O resultado é algo bem próximo do que eu vi com meus olhos. O tone mapping é a etapa crucial do tratamento de uma foto em RAW.

O passo seguinte foi acrescentar um pouco de clarity (claridade na versão em português). O clarity é uma ferramenta de avivar os detalhes da foto. Em excesso fica artificial. Na dose certa valoriza a foto.


A foto esta quase pronta. Não precisei mexer em saturação (intensidade das cores). Na maioria das vezes não é preciso. 

O passo final de um tratamento é a nitidez / redução de ruído. É a hora de dar zoom na foto e ver o detalhe. Fica meio imperceptível nessa escala, mas faz bastante diferença em ampliações maiores. Os ajustes estão visíveis ali na direita.


A foto está praticamente pronta. Mas como foi feita com uma lente angular, existe alguma distorção. Reparou que as paredes da casa estão tortas, convergindo para cima. É possível corrigir isso, deixando a foto ainda mais fiel ao que o meu olho via. Aplicando a correção de perspectiva podemos deixar tudo certinho.


E aqui o resultado final




Jogando Lenha na Fogueira

Vamos lá... se você chegou até aqui, parabéns. Fotografia envolve esforço e estudo. Quem desiste no início não vai longe.

Deixo aqui uma questão: Se a gente considerar que a realidade é o que o olho humano percebe, qual das duas fotos abaixo é mais próxima da realidade. A sem tratamento, ou a tratada?

Foto sem tratamento:


Foto tratada:



Pra fechar, deixo abaixo uma boa dose de lenha pra botar na fogueira, com gasolina e um isqueiro. Mas não sou o dono da verdade. Todo debate é bem vindo.


  • As mesmas ferramentas que te permitem fazer um bom tratamento, te permitem fazer um mau tratamento. Aprenda a fazer bem feito.
  • Você pode sim alterar a foto conforme seu gosto. Mudar cores, acrescentar ou retirar elementos. Mas se fizer uma alteração pesada, não negue que fez. Roubando aqui uma máxima do montanhismo: "Almeje o topo, mas relate com honestidade". É a sua reputação que está em jogo.
  • Dodge e burning eram processos de clarear e escurecer seletivamente partes de uma foto. Isso em foto de filme... Tratar fotos não é novidade nem exclusividade de foto digital.
  • Tratar bem as fotos leva um tempinho. Não perca tempo com discussões sem sentido. Comece a aprender.
  • Tem muita foto bizarra na internet. E tem muita gente que curte... Isso não tem importância nenhuma. Estude e se inspire nas fotos boas.
  • Ao fazer uma foto, tente guardar o que você sentiu, o que você viu com os seus olhos. Traga isso de volta no tratamento. 

Gostou do artigo? Quer ir mais a fundo? Conheça o Workshop Lightroom Avançado para fotos de paisagem.



segunda-feira, 27 de março de 2017

Açu e Portais de Hércules - Expedição Fotográfica Assistida



Venha conhecer e fotografar algumas das mais belas locações do Parque Nacional da Serra dos Órgãos com acompanhamento do fotógrafo e montanhista Waldyr Neto.



Aguarde a divulgação de novas datas.



Nessa expedição o objetivo é proporcionar uma ascensão guiada ao Açu e depois Portais de Hércules com mochilas relativamente leves e com um grupo de apoio bastante experiente. O participante não vai se preocupar com questões logísticas ou de alimentação, focando seu tempo em fotografar e curtir o passeio. 



(clique na imagem para ampliar)

Programação:


  • Sábado
    • Encontro e entrada no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, Sede Petrópolis (taxas inclusas)
    • Subida do Morro Açu (estimado 6 horas)
    • Almoço no Morro Açu (incluso)
    • Descanso, repasse dos conceitos de fotografia de paisagem e estrelas e briefing das locações
    • Fotografar pôr do Sol no Morro Açu
    • Jantar (incluso)
    • Saída para fotografia noturna / estrelas no entorno dos Castelos do Açu
    • Pernoite no Abrigo (incluso)
  • Domingo
    • Madrugar e caminhar até os Portais de Hércules (estimado: 1,5 horas)
    • Fotografar amanhecer nos Portais de Hércules
    • Retorno ao Açu (estimado 1,5 horas)
    • Café da manhã no Açu (incluso)
    • Descida do Açu (estimado 4 horas)
    • Almoço e descanso na Pousada Paraíso Açu (incluso)
    • Retorno

Algumas imagens das últimas expedições:


A subida do Morro Açu, Serra dos Órgãos



Pôr do Sol no cume do Morro Açu




Fotografia de Estrelas




Amanhecer nos Portais de Hércules




O café da manhã no Abrigo do Açu




A equipe de apoio será composta de 4 pessoas – dois guias para as caminhadas e dois envolvidos no transporte e preparo das refeições. Todos bastante experientes.

Cada participante deve chegar em Petrópolis por seus próprios meios. Ou vai direto para a portaria do Parque (tem estacionamento lá) ou vai para a rodoviária de Petrópolis, de onde sai um ou dois carros para o Parque. Esse traslado opcional Rodoviária - Parque e retorno também está incluso no pacote. 


O que cada um deve levar:
  • Mochila média com equipamento fotográfico, incluindo tripé. Preferencialmente levar apenas uma lente, uma zoom média ou grande angular.
  • Calçado apropriado para trilha
  • Lanterna
  • Agasalhos
  • Cantil
  • Lanches leves para as caminhadas (não incluso no pacote)
  • Isolante térmico e saco de dormir (nosso pernoite será no Abrigo do Açu, na modalidade "bivaque", ou seja, dormiremos no segundo andar do Abrigo.




Pré-requisito fundamental

Estar em condição de fazer uma caminhada classificada como pesada (em torno de 6 horas de subida). Não precisa ser atleta, mas tem que estar bem fisicamente. No total caminharemos aproximadamente 13 horas em dois dias.



Investimento:

R$ 840,00, em duas parcelas de R$ 420,00 (uma na inscrição e a outra no evento)

Desconto especial à vista: R$ 760,00 no ato da inscrição.


Solicite sua ficha de inscrição: waldyr.neto@yahoo.com.br




Conheça o Workshop de Fotografia de Montanha



terça-feira, 14 de março de 2017

Workshop de Fotografia de Montanha



Calendário: 

Próximas turmas:

  • Dias 8 e 9 de julho em Três Picos (turma aberta)
  • Dias 15 e 16 de julho na Serra do Lopo (turma aberta)

Veja detalhes abaixo.


Três Picos. Opção preferencial para quem está próximo ao Rio de Janeiro, Região Serrana do Rio ou Macaé/Campos.

Incluso: Workshop de Fotografia de Montanha com hospedagem, alimentação, deslocamentos e m veículos 4x4 para as trilhas, participação nas atividades em montanha, material didático em mídia digital e certificados.

Ver preços, condições de desconto, parcelamento e a possibilidade de levar acompanhantes solicitando a ficha de inscrição.

E-mail: waldyr.neto@yahoo.com.br

O Refúgio Canto da Pedra

Três Picos

Três Picos, Via Láctea e a Lua

Rodízio de pizzas no forno a lenha

Serra do Lopo. Opção preferencial para quem está próximo à São Paulo ou Sul de Minas. A Serra do Lopo fica em Extrema-MG, a cerca de 110Km de São Paulo pela rodovia Fernão Dias.

Incluso: Workshop de Fotografia de Montanha, alimentação, participação nas atividades em montanha, material didático em mídia digital e certificados. A hospedagem é à parte, reservada diretamente com a Pousada (detalhes na ficha de inscrição)

Ver preços, condições de desconto, parcelamento e a possibilidade de levar acompanhantes solicitando a ficha de inscrição.

E-mail: waldyr.neto@yahoo.com.br


Pousada Céu da Mantiqueira

Pico do Lopo visto da Pedra das Flores

Amanhecer na Pedra das Flores

Serra do Lopo


Solicite sua ficha de inscrição ou entre em contato se preferir montar uma turma fechada com seus amigos:

waldyr.neto@yahoo.com.br


Público-alvo:

  • Montanhistas que queiram ter a fotografia como segundo hobby, registrando as belezas das trilhas e montanhas.
  • Fotógrafos que gostem de fotografia de paisagem / montanha.
  • Fotógrafos em geral, que queiram dar um passo além das regulagens automáticas da câmera e que queiram evoluir em termos de composição fotográfica, captura digital e tratamento de imagens.

Alguns depoimentos de quem já fez:



"Waldyr eu que agradeço toda sua dedicação e competência. Foram momentos mágicos e o início de um aprendizado muito importante para mim. Tudo funcionou de forma magnífica" André Caúla 

"Para quem gosta de viajar e fotografar, esse workshop se encaixa perfeitamente. O professor Waldyr nos levou aos lugares certos nas horas certas. Com os conhecimentos que ele nos passou, já consegui perceber que minhas fotos melhoraram." Abraços Hugo Chinaglia

"Queria também agradecer pelo workshop e pela sua generosidade em compartilhar seus conhecimentos. Como professora, posso dizer que você tem o que eu chamo de "espírito educador", ou seja, compartilha os seus conhecimentos, sempre na posição de quem não é dono da verdade, mas tem algo a acrescentar sobre o tema, não sonega informações e está aberto a novas abordagens." Grande Abraço! Vera Lucia. 

"Sem palavras para descrever o seu profissionalismo. Não apenas como montanhista e fotógrafo como você é, e que todos sabem, mas por ser uma pessoa de alma aberta, sem egos, além de ser um incrível professor. Muito obrigada por tudo!" Bianca Scheuermann.

"Fiz o curso em março de 2017. Foi um curso excelente, muito bem organizado, desde a primeira mensagem para perguntar sobre os requisitos necessários para acompanhar o curso, até informações para se chegar ao local, sempre respondidas com presteza e precisão. É notório o conhecimento que o Waldyr possui de fotografia e sua disponibilidade e alegria em dividir conosco. Super recomendo! Obrigada, Sílvia Moura.

 "Eu participei da primeira turma e adorei! A combinação entre teoria/prática e fotografia/montanhismo faz deste workshop único! O local também é incrível, saí de São Paulo especialmente para o curso e posso dizer que valeu muito!
Aprendi muito e conheci pessoas muito bacanas. Gente que ama o que faz, como Waldyr Neto, que compartilha com alegria aquilo que sabe. Recomendadíssimo!"
Simone Ferrarese


"Curso ministrado por quem sabe o que tá dizendo e não tem a pretensão de ser genial. Bons professores são os que transmitem seu conhecimento com alegria, entusiasmo, e não só ensinam mas aprendem com as experiências dos alunos.

Para quem busca um curso simples, objetivo e divertido". Flávio Varricchio, fotógrafo de natureza e montanha.


"Meu caro Waldyr, reafirmo meus cumprimentos pela bela jornada cumprida durante o seu Workshop. Muito bem preparado, de esmerada apresentação e de exposição sem reparos. Os temas tratados, com certeza no meu caso, foram de grande valia. Alguns deles foram uma salutar recordação de teoria sempre necessária. Os demais jogaram luz (sem trocadilho) no meu caminho digital que pretendo percorrer. Muito grato". Antônio Bordeira

“Conheço o Waldyr a algum tempo e venho acompanhando o belo trabalho do mesmo com a fotografia de montanha/natureza. Apesar de fotografar há um bom tempo, aprendi muita coisa nesse workshop, que correu de forma simples e descontraída, mas com um conteúdo muito completo e rico.
Levo para casa novos conhecimentos, novas amizades e a lembrança de um lugar lindo chamado Petrópolis." Cristiane Gellert, Fotógrafa

"Uma experiência pessoal desafiadora e transformadora. Tudo isso somado ao acréscimo de conhecimento sobre fotografia e às belas paisagens. Recomendo!" Regina Azevedo, Jornalista


"Excelente o workshop. Direto, objetivo, prático! Repleto de dicas que não se encontram em livros! Recomendo para montanhistas que curtem fotografia (meu caso) e para fotógrafos que querem ampliar seus conhecimentos, incorporando a fotografia de montanha ao seu portfólio" Fábio Fliess, montanhista


Waldyr, foi realmente um final de semana maravilhoso, além de aprender muito contigo, me fez despertar o "montanhista" que andava adormecido dentro de mim. Estou doido para acordar de madruga e subir uns picos para pegar o nascer do sol !! Parabéns pela proposta, curso, dicas e a pessoa maravilhosa que você é. Grande abraço e até a próxima. Rainer Muhlhaus.



Olá professor! Gostaria de deixar registrado que foi muitíssimo proveitoso ter participado desse trabalho que vc desenvolveu. Mesmo nunca tendo participado de nenhum workshop de fotografia, ou qualquer outro curso, fiquei com uma excelente impressão do seu trabalho (conhecimento, comprometimento, clareza, responsabilidade, estrutura, objetividade, dinamismo, camaradagem, descontração e o clima fraternal de toda equipe) com certeza indicarei para amigos fotógrafos amadores e amantes dessa arte. Para mim, foi juntar a fome com a vontade de comer: fotos e trilhas! Ulisses Oliveira

Ola Waldyr, só temos a agradecer e parabenizar pelo curso. O aprendizado, organização do evento, a acolhida por parte de todos, aventura, beleza, boa comida... Muito bom, tudo! Um grupo muito bacana! Nos divertimos muito. Flaviane Koti

Tudo perfeito, agradeço a atenção, o cuidado e o profissionalismo . Tudo isso contribuiu para um ambiente acolhedor e amigável. Sucesso em todas as demais turmas e até um próximo workshop. Rodney Morani


Pré-requisitos:

  • Ter uma máquina que permita regulagens manuais de abertura, velocidade e sensibilidade ISO. (É desejável que o participante tenha também um tripé).
  • Ter vontade de dominar os conceitos técnicos de captura e tratamento de fotos, de planejamento e composição fotográfica em ambiente de montanha.
  • Ter disposição para fazer caminhadas em montanha (caminhada leve-superior = até 2 horas de subida), incluindo caminhadas noturnas.
  • Para estas caminhadas levar mochila, água e agasalho e lanterna.

Programação do Workshop:

Sábado:
Chegada e café da manhã - 8:00 horas
Manhã: 1ª parte da teoria
Almoço
Tarde: saída para caminhada e fotografias do entardecer
Jantar / confraternização

Domingo:
Madrugada: saída para fotografar o amanhecer
Café da manhã
2ª parte da teoria e entrega dos certificados
Almoço e tarde livre



Temas abordados:


Equipamentos:


  • Tipos de câmeras digitais
  • Tripé
  • Acessórios importantes
  • Mochilas de montanha x mochilas de fotografia

Conceitos Fundamentais da Fotografia


  • O princípio ótico da fotografia
  • Como funciona uma câmera
  • RAW, o negativo digital
  • Exposição - abertura, velocidade, sensibilidade ISO
  • Fotometria - não seja enganado pela câmera!
  • Range Dinâmico, aprendendo a lidar com as limitações do sensor digital.
  • Compreendendo o histograma - técnica de fotometria ETTR.

Técnicas Específicas para Fotografia de Montanha e Paisagem


  • Hiperfoco
  • Fotos na mão x tripé
  • O uso do filtro polarizador circular
  • O uso dos filtros ND
  • O uso dos filtros graduados 
  • O flash de preenchimento
  • Capturando imagens para montar uma panorâmica
  • Capturando imagens para fazer um HDR
  • Efeito de véu em cachoeiras
  • Fotografando paisagens com estrelas

Composição Fotográfica


  • Regra dos terços
  • Elementos de balanceamento
  • Linhas principais
  • Ponto de vista
  • Profundidade
  • Molduras naturais
  • Recorte
  • Noção de Escala
  • O elemento humano nas fotos de paisagem
  • Compreendendo o fluxo do olhar
  • O belo e o sublime - conceito do Sublime Kantiano
  • Cuidados básicos ao fazer o enquadramento
  • Aspect ratios - os formatos clássicos da fotografia
  • Quando optar por cor ou PB

O Montanhista Fotógrafo / O Fotógrafo Montanhista


  • Equipamentos básicos de montanhismo, calçado, mochila, vestuário...
  • Caminhando
  • Alimentação na trilha
  • Acampamento
  • Mínimo impacto ambiental
  • A questão do acesso às montanhas e áreas naturais

Planejamento para Fotografia de Montanha


  • Fotógrafo, um observador...
  • As estações do ano
  • Tipo de nuvens
  • A luz ao longo do dia
  • Compreendendo a Hora Mágica
  • Previsão do tempo
  • Planejando fotos com o TPE - The Photographers Ephemeris
  • Uso de bússola ou GPS
  • Planejamento reverso
  • A incerteza, convivendo com sucessos e fracassos.

Execução, a Hora da Verdade


  • Conheça o local de véspera
  • Chegue cedo - a importância da concentração
  • Caminhe, observe, teste enquadramentos...
  • Revisando as fotos no LCD
  • Pequenos cuidados que fazem toda a diferença

Pós-Produção


  • O fluxo de trabalho - backups, catalogação, seleção, tratamento...
  • Editar ou não editar?
  • Cropar ou não cropar?
  • Softwares de edição
  • Ajustes básicos
  • A importância do Tone Mapping
  • Nitidez e redução de ruído
  • Tratamentos localizados
  • Panorâmica
  • HDR
  • Cuidados ao editar - excessos, halos...
  • A conversão para PB
  • Faça a melhor captura possível

Análise de Fotos


  • Análise de fotos para desenvolvimento do senso crítico.
  • Como melhorar nosso portfólio.

Reserve sua vaga!

waldyr.neto@yahoo.com.br



Aqui uma coleção de fotos dos nossos encontros, que envolvem aventura, superação, confraternização e aprendizado:



















(foto de Aguinaldo Tinoco)


















Inscrições: waldyr.neto@yahoo.com.br